Muitas pessoas reclamam da política brasileira, muitos criticam os políticos brasileiros, muitos apontam erros do governo, muitos reclamam da qualidade dos serviços públicos, mas quem toma atitude para mudar?
De certo, eu reclamo, aponto erros e falhas, e crítico o desinteresse e esperteza por parte de políticos e parceiros de políticos. Mas o que fazer para mudar? Críticas apenas reforçam o que já está muito evidente para a maioria das pessoas. E no livro “O conflito das faculdades” (Kant), pergunto o que fazer para mudar a situação em qual se encontramos? KANT pergunta - Questão renovada: Estará o gênero humano em constante progresso para o melhor?
Em 1798, quando Kant questionou com relação ao futuro da humanidade, a França estava em conflito, existia a guerra, e não era a primeira e nem seria a última guerra da terra. As pessoas continuam a se matar, os quem está no poder, parece continuar a governar para si mesmo. A grande maioria das pessoas trabalha para si, as poucas que buscam desenvolvimento, pensam apenas em si. Então, o que fazer? Fazer a diferença com ações menos egoístas, trabalhando de forma abnegada.
Algumas pessoas perguntam se eu faço algo para mudar? Sim, eu respondo, tenho atitudes diferentes em relação às situações, busco desenvolvimento e compartilho com aquele que tem interesse em se desenvolver. Tenho ambição? Sim, tenho ambição, mas não tenho interesse em fazer parte da política. Isso significa que eu não gosto de política? De forma alguma, me interesso pela política, e me interesso pelo o que é justo. Agora se me perguntardes: gosta de algum partido político? Respondo que não, não gosto de nenhum partido político, porque nenhum trabalha de forma efetiva e justa para o desenvolvimento do país; a política praticada é uma política de interesses e isso não me convém.
Diria que neste momento, posso fazer mais estando fora da política, pois não estaria vinculado a nenhum projeto corrompido qual me possibilitaria ganhar recursos financeiros extras. Prefiro dar aulas de grátis, e desenvolver os jovens num esporte, onde a palavra violência não faz parte do cotidiano nosso. Prefiro continuar a ajudar as pessoas a desenvolverem trabalhos escolares, e pesquisas de grátis, do que pregar um falso programa para o desenvolvimento e capacitação de jovens, tal como é o Enem e prouni. Ora, o que esses programas possibilitam? O ingresso de centenas de milhares de jovens despreparados para o ingresso na faculdade. Para o Brasil, esses números são bons, pois a comunidade internacional vê de forma positiva a política para a educação, mas para quem está aqui e consegue enxergar a situação real, sabe que não tem funcionado.
Não apenas crítico, mas faço a diferença compartilhando conhecimento, desenvolvendo pessoas para que possam enxergar as alternativas que existem e assim, não se tornarem cômodas perante uma situação.
Ninguém muda ninguém, a motivação parte da pessoa, mas para que o desenvolvimento possa ser continuado, é necessário ter motivos para mudar, para isso é necessário ter pessoas proativas fazendo a diferença, pois muita coisa que é feita é feita com base em experiências observadas, com suas conclusões compreendidas.

Leia este blog no seu celular